Na sede do grupo de teatro Nós do Morro, no Vidigal, falei sobre o Fundo Estadual de Cultura, que regulamentei quando era secretário de Estado. Graças a isso, hoje há R$ 8 milhões em caixa que serão usados em projetos que jamais conseguiriam patrocínio das megaempresas privadas, por estarem fora dos grandes centros. Na Alerj, aprovei o projeto do POC-RJ, que vai virar lei, permitindo ao Estado ceder imóveis públicos hoje sem uso para coletivos culturais poderem fazer seus trabalhos. É essa filosofia de valorização e empoderamento da Cultura como ferramenta de desenvolvimento que preciso levar para Brasília. Por isso, preciso do seu voto para deputado federal. Meu número é 1555.

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